quarta-feira, 25 de julho de 2007

Posições das mãos na apliação do REIKI

Considerações ou preparativos
- Antes de qualquer sessão o reikiano deve lavar as mãos e, de preferência, ficar descalço.
- Depois, posicionará as mãos em oração ou apoiando as palmas sobre o centro do peito durante 3 minutos para centrar-se.
- As posições das mãos equilibram os hemisférios direito e esquerdo.
- Os dedos devem estar juntos, em forma de concha, mas sem tensão ou pressão sobre o rosto do receptor.

*Lado direito - Presente e futuro, masculino, Yang, racional, ordem, ação, concretização de idéias ou pensamentos, prático, crítico.
Lado esquerdo - Passado, feminino, energia Yin, não racional, intuição, criatividade, receptividade.

Posição 1
Mãos lado a lado, nariz livre, dedos juntos.
Efeitos físicos - Melhora a visão, atua sobre os seios nasais, mucosas, nariz, sinusite, dentes, maxilares, rosto.
Efeitos emocionais - Protege dos estímulos externos indesejáveis. Alivia ansiedade, reduz stress.
Plano mental - Varre os pensamentos indesejáveis, diminui a confusão, concentração, enfoque e memória.
Plano espiritual - Favorece meditação, sabedoria interior, expansão do eu interior, realidade plena, despertar espiritual para energia cósmica.

Posição 2
Alto da cabeça, dedos médios tocando-se.
Efeitos físicos - Para ligar os lados esquerdo e direito do cérebro, mais alta consciência, alivia dores de cabeça, tonturas, cansaço de viagem, estado de choque. Equilibra as glândulas pituitária e pineal. Endorfinas.
Efeitos emocionais - Preocupações, histeria, stress, depressão. Devolve a serenidade.
Efeitos mentais - alimenta a criatividade, promove produtividade, retenção de informação, assimilação de idéias, memória, calma, expressividade de pensamento, elaboração correta de conceitos mentais.
Plano espiritual - Claridade e sabedoria interior, recebimento de energia elevada, expande a consciência, visão consciente.
Posição 3

Posicionar as mãos na nuca como parecer confortável, de cima para baixo, ou de baixo para cima ou ainda uma mão acima da outra, mas de forma que os dedos toquem-se. Importante observar que ambos os hemisférios cerebrais estejam sendo trabalhados ao mesmo tempo.
Efeitos físicos - visão, fala, peso, discernimento das cores. Medula, lóbulo occipital. Dores de cabeça, melhora a coordenação motora, agudiza a visão, despertar e dormir. Ouvido interno.
Efeitos emocionais - medo ou pânico, choque, irritação, stress, relaxa e acalma. Ajuda a diminuir ansiedade alimentar, melhor descanso enquanto dorme.
Efeitos mentais - Claridade de pensamento e idéias, expressão fluente, criatividade, bem estar, serenidade.
Plano espiritual - Abertura do terceiro olho, ajuda a ver as coisas tal como são, visão do contexto e do universal, recepção de energia universal pura.

*Posição 4

As mãos são colocadas sobre as laterais da cabeça, cobrindo as orelhas e parte das mandíbulas.
Efeitos físicos - audição, tonturas, enjoo, intestino, coração, rins, estômago e vesícula. Gripes, dor de ouvido, falta de equilíbrio, sinusites. Cansaço e desorientação de viagem devido a longas horas exposto ao ruído e meio de transporte, tais como avião, ônibus, carro ou navio.
Efeitos emocionais - limpa sentimentos de raiva bloqueada, necessidade de apoio externo ou dependência. Amplia a compreensão das coisas, relaxa e induz à afirmação de personalidade.
Efeitos mentais - Relaxa o corpo, atua como sedante contra o stress, permite compreender conceitos e idéias.
Plano espiritual - Amplia a capacidade de aceitação e entendimento.

Posição 5
As mãos sobre a garganta, dedos virados para trás, observando que a base do punho esteja tocando-se. Outra variante mais cômoda seria posicionar as duas mãos sobrepostas, de modo que polegares e indicadores das mãos contrárias estejam sobrepostos.
Efeitos físicos - Circulação, amígdalas, garganta, laringe, metabolismo, pressão arterial, problemas de nutrição e crescimento, drenagem linfática.
Efeitos emocionais - auto confiança, hostilidade, ressentimento, mágoas. As dores ou doenças desta zona estão relacionadas com o medo de fracassar, não ser aprovado, amado ou valorizado. Também relacionam-se com o ato de sufocar a criatividade ou a liberdade de expressão.
Plano mental - diminui a necessidade de autocrítica negativa, não permite ser desvalorizado pelo outro, auxilia a comunicação dos sentimentos de forma aberta, diminui a necessidade de criticar e julgar o outro.
Plano espiritual - ajuda na comunicação espiritual com seu centro de poder e criatividade. Aumenta a compreensão de mundo exterior e de si mesmo no universo.

Posição 6

Mãos sobre o tórax, parte superior.
Efeitos físicos - coração e pulmões, timo, sistema imunológico, circulação e drenagem linfática. Atua positivamente sobre o sistema nervoso.
Efeitos emocionais - Melhora a auto confiança, capacidade de amar desde o coração. Trabalha manifestações reprimidas. Organiza a expressão da palavra. Ameniza expressões de inveja, ressentimento, mágoa e hostilidade. Alívio de stress.
Efeito Mental - Calma, serenidade, harmonia, estabilidade, compaixão, flexibilidade, enfoque, concentração.
Aprimora a comunicação com planos espirituais superiores.

Posição 7

Mãos sobre a última costela.
Efeitos físicos - Fígado, estômago, glândula biliar, digestão.
Efeito emocional - Alívio dos temores, relaxa, capacita para assimilar os ensinamentos do dia a dia. As úlceras simbolizam o temor de não servir, não estar à altura, portanto esta posição de mãos deverá ser mantida por mais tempo em casos preocupações recorrentes.
Efeitos mental - Calma, serenidade. Apto para receber energias mais elevadas.

Posição 8

Mãos sobre o ventre.
Efeitos físicos - Pâncreas, sistema biliar, bexiga, cólon transverso, apêndice, rins, glândulas supra-renais.
Efeitos emocionais - Liberação do passado doloroso, trabalha as frustrações, ansiedade, desapego e necessidade de controle o manipulação do outro. Fortaleza interior.
Os problemas de cólon quase sempre estão relacionados com necessidade de afeto paterno ou materno. Já a prisão de ventre pode significar dificuldades em ceder passo ao novo, aceitar o fato de desfazer-se de coisas velhas e inúteis, como podem ser objetos ou pensamentos.
Quando o problema é nos rins indica um comportamento que filtra o que diz por medo de magoar ou ser ferido.
Efeito Mental - Depressão, confusão mental, histeria, raiva. Permite liberar as emoções sem medo ou auto julgamento.

Posição 9

Mãos sobre baixo ventre.
Efeitos físicos - Ovários, intestinos, drenagem linfática, bexiga, próstata, enxaqueca, diarreia, constipação.
Harmoniza a parte sexual e hormonal.
Efeitos emocionais- libera criatividade, permite desfrutar do sexo sem culpas ou tabus.
Efeitos mentais - libera padrões de pensamentos rígidos, permite adaptar-se com tranquilidade às mudanças.
Efeitos espirituais - Expansão da consciência, perspectiva universal, visão do todo.

Outras Posições:



Fonte: Sintonia Interior - Reiki Sistema de Harmonização.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

A Sintonização ou Iniciação em REIKI

Uma pessoa que recebe REIKI terá seus centros energéticos (chakras) e nadís desbloqueados dentro de suas possibilidades como já vimos. Mas isso não faz dela um reikiano. Pois se essa pessoa futuramente voltar aos maus hábitos, novamente terá seus chakras e nadís bloqueados originando novamente problemas.
Na técnica REIKI, o Mestre Reiki conhece uma técnica através da qual ele limpa e sintoniza os chakras da pessoa permanentemente com a energia REI e isso a torna um reikiano. Ou seja, independentemente dela se estressar, se alimentar ou respirar errado, as entradas de energia REI de seu corpo não mais se bloquearão. Por isso ela pode transmitir essa energia para outras pessoas sem nenhum risco para si mesma ou para os outros. Isso quer dizer que ela será um bom canal de captação e transmissão de energia REI e, caso ela se auto aplique essa energia diariamente, sem dúvida terá uma saúde mais forte e, consequentemente, será mais difícil adoecer. Pois aplicar reiki é como ligar uma TV, ela está com a antena devidamente sintonizada, mas, seu eu não ligá-la, ela não transmitirá nada. Mesmo eu sendo reikiano, o REIKI somente circulará intensamente em meu corpo se eu me auto aplicar ou aplicar em alguém. A Grande Mestre Takata dizia: "aplicar reiki é assim: você põe as mãos e REIKI ON, tira as mãos e REIKI OFF."
Em síntese, a sintonização ou iniciação é o nome que damos ao trabalho que o Mestre de Reiki realiza sintonizando o corpo de uma pessoa na frequência vibracional da energia REI. Isso faz dela um reikiano para toda a vida. É comum que nos 21 dias que seguem à Iniciação, a pessoa iniciada tenha algumas reações curativas como: sono, sensação de cansaço, vontade de chorar, diarréia, sudorese, urina escurecida ou espumosa, sensações de leveza e bem estar, etc. Tudo depende do que o corpo da pessoa está necessitando equilibrar, há pessoas que não sentem nada, cada organismo é um universo único.
O processo de Iniciação é feito pelo Mestre de forma igual para todos, todos se tornam canal da mesma energia e do mesmo modo, por isso o reiki é igual nas mãos de qualquer reikiano. No entanto, a experiência de passar pelo processo de iniciação é diferente para cada pessoa e só é verdadeiramente compreensível por alguém que tenha passado por ela. Aliás, tudo no REIKI é assim, só se compreende com a vivência.
Fonte: PALOTTA, Cinira A. Manual para Consultas, Reiki Nivel I.

sábado, 21 de julho de 2007

Os Cinco Princípios do REIKI



Só por hoje não te preocupes

Só por hoje não te irrites

Ganhe tua vida honestamente

Honra teus pais, mestres e os mais velhos

Mostre gratidão por tudo que é vivo


Mikao Usui

A origem do REIKI (Mikao Usui)


Considerando-se que grande parte da tradição do Reiki é considerada "secreta" e não escrita, não há muita documentação histórica, assim alguns estudiosos alegam que a documentação existente entra em conflito com a própria história.

O fundador da tradição do Reiki moderna, o Dr. Mikao Usui, era um pastor cristão e professor na Universidade Doshisha, em Kyoto, no Japão. A história dele começa no final do século XIX. Quando estava dando uma aula, os alunos do Dr. Usui lhe perguntaram se ele acreditava literalmente na Bíblia; se ele acreditava que Jesus podia curar ao impor suas mãos sobre alguma pessoa. O Dr. Usui respondeu afirmativamente, e seus alunos pediram-lhe para provar se isso era possível dando uma demonstração. O Dr. Usui recusou-se, dizendo aos alunos que, embora ele acreditasse que isso fosse possível, ele não era capaz de fazê-lo. Mas ele queria provar a seus alunos que a crença nesse trabalho de cura não era simplesmente uma fé cega. Usui deixou então o seu emprego na Universidade Doshisha para estudar a Bíblia num país cristão, os Estados Unidos, frequentando a Universidade de Chicago.

Enquanto estava nos Estados Unidos, Usui percebeu que o ensino da Bíblia ali não diferia em nada daquele ministrado no Japão. Nenhum segredo de cura se encontrava revelado nos textos em inglês. Ele também descobriu outras filosofias e foi atraído pelo budismo. Ele leu relatos de Buda curando com a imposição das mãos sobre outras pessoas, exatamente como Jesus. Ele devotou seu tempo ao estudo do budismo, esperando descobrir o segredo da cura. Depois de sete anos, ele voltou à sua cidade natal, Kyoto, desejando continuar seus estudos num país budista.

Enquanto estava no Japão, ele falou com muitos monges budistas e zen, em busca do conhecimento. Todos lhe disseram que estavam mais interessados na cura espiritual, não em curar o corpo físico. Então, Usui começou um estudo mais aprofundado em sutras, primeiro na versão japonesa e depois na chinesa, da qual eles eram traduzidos. Não só o Dr. Usui aprendeu o chinês sozinho, como também o sânscrito para entender melhor a cultura original do Buda. Nos documentos em sânscrito, Usui descobriu uma forma de cura, escrita com símbolos especiais, mas estava inseguro sobre a forma de usá-la, se ela funcionaria e que efeito teria em quem a usasse. Ele decidiu fazer uma peregrinação para pedir uma orientação superior, do divino.

Depois de uma consulta aos monges, o Dr. Usui decidiu fazer um retiro de 21 dias, jejuando e apenas bebendo água, no monte Koriyama, um espaço sagrado conhecido por transmitir sabedoria durante a meditação. Ele disse para os monges irem buscar o seu corpo caso ele não retornasse no vigésimo segundo dia.

Usui escalou a montanha, acampou e empilhou 22 pedras. Cada dia ele jogava uma pedra fora e passava o dia meditando, rezando, cantando, bebendo água e ouvindo. Todos os dias acontecia a mesma coisa - "nada". Ele estava esperando uma revelação sobre como usar a fórmula, mas não conseguiu nada.

No vigésimo primeiro dia, Usui começou aquilo que imaginava fosse sua última meditação. Ele viu uma luz brilhante vindo em sua direção, cada vez maior e com mais brilho. Ele abriu os olhos para recebê-la e a luz o atingiu quase como um relâmpago. Usui pensou que tinha morrido porque não estava sentindo nada. Então, as bolhas de luz o rodearam. Nas bolhas ele viu os símbolos dourados de cura da fórmula que havia aprendido.

A experiência terminou tão rapidamente quanto começou, e Usui se levantou, sentindo-se ótimo. Embora tivesse jejuado 21 dias, ele se sentia forte e com vitalidade. Tão forte, na verdade, que se sentiu capaz de descer a montanha e voltar a Kyoto. Ele não se sentia fraco ou com fome e achou isso um milagre!

Enquanto descia a montanha, o Dr. Usui deu uma topada com o dedo do pé, rompendo a unha. Saiu sangue do seu dedo, e ele se abaixou e o segurou instintivamente até a dor desaparecer. Ele olhou para baixo e viu a unha de volta ao seu lugar, completamente refeita. Aí ele anotou seu segundo milagre ao descer da montanha.

Quando acabou a descida, Usui dirigiu-se a uma casa que servia refeições e recebia os monges que tradicionalmente jejuavam na montanha. O monge estava preparando um mingau leve para Usui, pois sabia que o sistema digestivo dele não estaria apto a trabalhar com nada mais do que isso depois de um longo jejum. Usui insistiu em tomar um café da manhã japonês tradicional. O homem alertou-o sobre as conseqüências, mas Usui não aceitou seus conselhos. Afinal, o homem deu a Usui a comida tradicional, sentindo que não era responsável por qualquer indigestão.

A filha do homem, ou talvez sua neta, levou a comida para Usui. Ela estava com a cabeça envolta em um lenço branco, amarrado como "orelhas de coelho". Ela contou a Usui que estava com dor de dente e não podia ir ao dentista. Usui ouviu a sua história e colocou suas mãos sobre o maxilar da mocinha. Quando ele as retirou, ela arrancou o lenço, explicando que a dor de dente havia passado. Ela foi até seu pai e lhe disse: "Ele não é um monge comum, ele faz mágica." Por causa desse milagre de "magia", o pai demonstrou sua gratidão a Usui e a única coisa que possuía para oferecer - comida. Usui comeu e digeriu a comida sem nenhum problema, considerando a cura da dor de dente e a falta de problemas na digestão como o terceiro e o quarto milagres desde a sua saída da montanha. Finalmente, Usui retornou até os monges e contou a eles sua história.

O Dr. Usui decidiu testar o poder dessa "energia de cura" indo às favelas na periferia de Kyoto. A comunidade ali estava organizada mais como uma tribo, e ele foi levado aos líderes tribais. Eles concordaram em lhe dar comida e abrigo em troca da cura de pessoas, mas Usui foi forçado a viver como um mendigo enquanto vivia entre mendigo, renunciando a usar o seu cinturão para guardar dinheiro e trocando suas roupas por farrapos.

Usui descobriu que aqueles que sofriam doenças crônicas, que padeciam com elas por períodos mais longos, levavam mais tempo para curar-se. Aqueles que eram mais jovens, que tinham ficado doentes por períodos mais curtos, curavam-se mais depressa. Depois que eles saravam, Usui os encorajava a voltar a fazer parte da sociedade e levar uma vida produtiva, o que cada paciente fazia, deixando para trás a favela.

Depois de sete anos ministrando a cura nas favelas mais pobres, Usui encontrou-se com um paciente que lhe era familiar. Ele percebeu que ele era um dos primeiros mendigos que ele havia curado. Usui ficou consternado e o interrogou. A resposta chocou Usui. O homem simplesmente tinha achado mais fácil viver como mendigo do que viver numa sociedade tradicional. Alguns dizem que Usui ficou tão transtornado pela mesquinharia daquela pessoa, não querendo retribuir e contribuir para o mundo, que abandonou as favelas cheio de tristeza e raiva.

Sentindo que tinha aprendido com os erros do passado, Usui começou sua tradição de cura, não apenas para curar os outros como tinha feito nos bairros miseráveis, mas também para ensinar às pessoas como curar-se e aos outros por meio do REIKI.

Ele não iria até os outros como tinha feito com os mendigos. Agora as pessoas iriam procurá-lo e ele trabalharia com aqueles que realmente quisessem ser curados. Ele começou a sua prática e deu início ao Sistema Usui de Cura Natural.



Fonte: PENCZAK, Christopher. A magia do Reiki. São Paulo, Editora Pensamento, 2004.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

A energia "Rei" e a energia "Ki"


Energia não é dual, não existe energia má, somente a energia mal dirigida. A energia Rei é vital, é uma fonte inesgotável e está livre para ser utilizada por todos nós, seres energéticos, sendo canalizada na sua captação e transmissão através do universo e transmitida às mãos e aos chakras em abundância. Reiki é uma dádiva de amor, de compaixão e de completo êxtase pela vida. Essa energia flui através do nosso corpo, é a corrente animadora da vida, é uma realidade fisiológica, podendo se enfraquecer devido ao cansaço, à má alimentação, ao stress, à qualidade de ar, aos fatores hereditários e às condições ambientais, contudo, a energia REIKI localiza os pontos do bloqueio do seu corpo energético e os estimula para sua restauração. A energia KI é a força primordial da vida em si, no ser humano, inicia-se na fecundação do óvulo, sendo o fluxo contínuo que une os vários tecidos, órgãos e funções do cérebro em um todo unificado, a pessoa, além de uní-la com o que a cerca. Complicado? Não, isto é vida! O que Mikao Usui fez, foi descobrir a união do KI e como direcioná-la somada com a energia REI, formando o que denominamos REIKI.


Fonte: REIKI, Sampa. Nova Sampa Diretriz Editora Ltda.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Por que REIKI?


O universo é formado com energia (rei), tudo ao nosso redor é energia. A física provou o poder da manipulação, através da fórmula de Einstein, da teoria da relatividade - e=mc­² - deixando instruções de como usar esse conhecimento e expandir essa energia, mas devemos levar em consideração que poucos a usam, preservam e observam, ou tampouco sabem pra que ela serve. Os cientistas sempre enfocaram suas descobertas, para aliviar e facilitar a vida humana. A física nos dá parâmetros para saber de onde a energia vem e para onde ela está indo, mas a sua utilidade na vida humana, até então pouco nos atingia, contudo no século XIX, oriundo de épocas longíquas, iniciou-se o "despertar".


E esse despertar se deu através de Mikao Usui, que trouxe a fórmula Reiki: ser vivo + receptor vivo = sintonização da energia canalizada. O uso da energia vital é um conhecimento antigo, pois tudo é energia, na maioria das vezes em forma de semente latente e geralmente só uma pequena parte dela se manifesta. É neste momento que ocorrem os conflitos energéticos, onde se geram as angústias, dúvidas e choques do consciente e inconsciente.


A felicidade surge quando as energias se harmonizam. E com toda perturbação provocada pelas situações do dia-a-dia, não conseguimos regular nossos "motores" internos, até que todas as nossas desculpas de irmos ao "mecânico" da vida interna sejam postergadas, porém a providência divina nos empurra na hora certa e no momento certo e, assim, chega finalmente ao nosso entendimento. Essa fórmula tão antiga para nos despertar, que nada mais é que o REIKI.


Estamos na era das mutações e para suportarmos todos os reversos da vida, procuramos em todos os lugares a cura da depressão, angústia e medo. Os cientistas sempre enfocaram suas descobertas, para aliviar e facilitar a vida humana. A cura, todos nós temos em nossas mãos. Para que possamos canalizar a energia rei, e esta, juntamente com a energia ki iniciar um processo de equilíbrio e cura, é necessário um aprendizado (iniciação ou sintonização) direcionado e assistido através de um(a) mestre reikiano, para que possamos entrar em sintonia com a energia do cosmos.




Fonte: REIKI, Sampa